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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) esclarece que o acordo com Consórcio Construtor BRT, validado pelo Ministério Público do Estado e Tribunal de Contas do Estado, teve como objetivo garantir a retomada das obras e evitar uma disputa judicial prolongada, que poderia resultar na paralisação do empreendimento por tempo indeterminado.

O valor de R$ 11,4 milhões pago a título de reequilíbrio econômico-financeiro decorreu da demora na liberação de frentes de trabalho por parte da prefeitura de Cuiabá, situação que manteve equipes e equipamentos mobilizados sem possibilidade de execução integral dos serviços.

A destinação de 80% do valor para fornecedores de Mato Grosso buscou assegurar a continuidade dos serviços e evitar prejuízos a empresas locais que prestavam serviços ao consórcio. O acordo estabeleceu que o consórcio deveria comprovar a quitação dos débitos junto aos fornecedores após cada pagamento realizado, o que foi realizado.