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Submarino que levava turistas aos destroços do Titanic desapareceu no Atlântico
As equipes de resgate correm contra o tempo na tentativa de encontrar o submarino desaparecido, que saiu em expedição aos destroços do Titanic. A Guarda Costeira dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (21.06) que foram captados ruídos subaquáticos, semelhantes a batidas, com intervalo de 30 minutos.
O contra-almirante da Guarda Costeira dos EUA John Maugerda, que lidera a missão, afirmou em entrevista à rede CNN Internacional que as equipes terão de buscar em uma profundidade ainda maior que a da área atualmente buscada pelas sondas.
Mais três embarcações chegaram ao local de busca, uma delas com recursos de sonar de varredura lateral. Acredita-se que as pessoas a bordo do submersível Titan tenham menos de 24 horas de suprimento de oxigênio.
O objetivo da expedição era ver os destroços do Titanic, que afundou no oceano Atlântico a cerca 3,8 mil metros de profundidade, em 1912. O submarino está desaparecido desde o domingo (18.06).
O passeio turístico custa uma média de US$ 250 mil (R$ 1,19 milhão) de cada passageiro. Estão a bordo o diretor-executivo da OceanGate, Stockton Rush, piloto do submarino; o empresário paquistanês Shahzada Dawood; Suleman Dawood, que é filho de Shahzada; o bilionário e explorador britânico Hamish Harding; e o ex-comandante da Marinha Francesa Paul-Henry Nargeolet, principal especialista no naufrágio do Titanic.
O submersível, chamado “Titan”, pesa cerca de 10 toneladas e é feito de fibra de carbono e titânio, de acordo com a operadora de turismo OceanGate Expeditions. A embarcação de cerca de 6 metros tem suporte de vida por até 96 horas.























