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Moraes pede que PL abranja pedido de invalidação das urnas ao 1º turno

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Antonio Augusto/Ascom/TSE

urna eletrônica

 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, pediu que o PL abranja o pedido de invalidação de urnas eletrônicas com suposto mau funcionamento para o primeiro turno. Em petição enviada à Corte eleitoral nesta terça-feira (22.11), o partido aponta supostas inconsistências nas eleições e pede que sejam tomadas medidas “práticas e jurídicas” apenas em relação ao resultado do segundo turno.

 

“As urnas eletrônicas apontadas na petição inicial foram utilizadas tanto no primeiro turno, quanto no segundo turno das eleições de 2022. Assim, sob pena de indeferimento da inicial, deve a autora aditar a petição inicial para que o pedido abranja ambos os turnos das eleições, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas”, determinou Moraes.

 

O PL afirma que o presidente Jair Bolsonaro teve 51,05% dos votos no segundo turno das eleições e venceu a disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no último dia 30. Para chegar a esse porcentual, o partido de Jair Bolsonaro pede a anulação dos votos de 279 mil urnas. O número representa mais da metade dos votos do País. 

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O argumento do PL é que os modelos das urnas são anteriores a 2020 e têm o mesmo número de patrimônio. O PL alega que isso impediria a fiscalização dos equipamentos. Essas urnas, porém, já foram usadas nas eleições de 2018.

 

Com a determinação do ministro Alexandre de Moraes para que a sigla também inclua na ação ao tribunal o questionamento ao resultado do 1º turno das eleições, o partido estaria questionando os números que fizeram do PL a maior bancada na Câmara, com 99 deputados.

 

Desde o ano passado, Bolsonaro põe em dúvida o sistema eleitoral, mas nunca apresentou provas do que diz.

 

Recentemente, auditoria feita pelas Forças Armadas mostraram a lisura das eleições. Nos bastidores, porém, o presidente continua dizendo que é vítima de uma “armação” da Justiça Eleitoral.

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