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Uma negociação entre os partidos de centro esquerda em Mato Grosso, a toque de caixa, será definida nesta sexta-feira (04) para lançar mais um nome à eleição suplementar ao Senado Federal. O deputado estadual Max Russi (PSB) quer disputar a vaga aberta com a cassação do mandato da juíza aposentada Selma Arruda (Podemos), desde que haja consenso com o PT e o PC do B.
Para que isso aconteça, o deputado petista, Valdir Barranco, e a ex-reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Lúcia Cavalli Neder (PCdoB), teriam que sair do páreo e apoiar Russi na disputa ao Senado. A possibilidade passou a ser discutida depois que o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT) desistiu da pré-candidatura nesta quarta-feira (02).
Um dos argumentos do deputado do PSB, primeiro secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, é que ele seria a opção da esquerda. Os outros pré-candidatos ao Senado, até o momento, são: o senador Carlos Fávaro (PSD), que tem o apoio do governador Mauro Mendes (DEM), e o ex-prefeito de Sinop, Nilson Leitão (PSDB), que conta com o aval da ala mais tradicional do Democratas, o senador Jayme Campos e o ex-governador Júlio Campos.
Na segunda-feira (31), o Patriota oficializou a coronel da Polícia Militar Rubia Fernanda Diniz, que adotou o nome de Coronel Fernanda, como candidata ao Senado. Outros pretensos candidatos são Reinaldo Morais (PSC), Feliciano Azuaga (Novo) e José Medeiros (Pode).
Prazo esgotando
Os partidos têm menos de duas semanas para definir os candidatos que disputam as eleições em 15 de novembro. O prazo para realizar as convenções termina em 16 de setembro e o registro das candidaturas tem que ser feito no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), dez dias depois.





















