
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (23.02) novos resultados do Censo Demográfico, apontando que a maior parte da população de Mato Grosso reside em casas. O levantamento, que abrangeu questões como abastecimento de água, destino do lixo e tipo de esgotamento sanitário, destacou a predominância de domicílios particulares permanentes ocupados (DPPO) do tipo “Casa” no estado.
No total, Mato Grosso registrou 1.2 milhão de DPPO, sendo 1.1 milhão (90,04%) de casas, que abrigam 91,68% da população mato-grossense, totalizando 3.3 milhões de pessoas. Os números refletem uma realidade similar à do restante do país, onde 84,8% da população reside em casas.
Uma categoria inédita no censo, denominada “Estrutura Residencial Permanente Degradada ou Inacabada”, foi introduzida para captar a população em situação de extrema exclusão habitacional. Em Mato Grosso, foram contabilizados 652 (0,05%) domicílios nessa categoria, nos quais aproximadamente 1 mil (0,05%) pessoas habitam em condições precárias.
O IBGE também identificou outras formas de moradia, como “Casa de Vila ou em Condomínio”, representando 2,78% dos domicílios, e “Apartamento”, com 6,35% dos registros. A pesquisa também mostra que algumas formas de habitação, como “Cortiço” (0,53%) e “Habitação Indígena sem Paredes ou Maloca” (0,25%), representam uma parcela reduzida da população mato-grossense.

























