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RETORNO DAS CHUVAS

Fumaça das queimadas deixa céu de Cuiabá em outubro, prevê meteorologia

Com a chegada da primavera, as chuvas típicas da estação devem contribuir para dissipar a fumaça e mitigar os impactos das queimadas que afetam o Brasil há meses.

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Fumaça das queimadas deixa céu de Cuiabá em outubro, prevê meteorologia (Daniel B. Menezes – Secom – MT)

A densa fumaça que cobre Cuiabá, resultado das queimadas que assolam Mato Grosso, deve começar a dissipar nos primeiros dias de outubro, segundo a Climatempo. A empresa de meteorologia prevê que as chuvas comecem a retornar ao estado, especialmente na parte oeste, nas próximas semanas, o que ajudará a eliminar a fumaça do céu.

De acordo com as previsões, o alívio para a poluição do ar e a redução dos focos de incêndio deve ocorrer na primeira quinzena de outubro. Nessa fase, áreas desde o oeste de Rondônia até o oeste de Mato Grosso do Sul começarão a receber chuvas, que devem se intensificar nas semanas seguintes.

A Climatempo explica que o retorno mais regular das precipitações na maior parte da região central e norte do Brasil deve ocorrer na segunda quinzena do mês, trazendo um alívio significativo tanto para as queimadas quanto para a qualidade do ar. Com a chegada da primavera, as chuvas típicas da estação devem contribuir para dissipar a fumaça e mitigar os impactos das queimadas que afetam o Brasil há meses.

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(Fonte: ClimaTempo)

Enquanto a fumaça permanece, o Ministério da Saúde recomenda à população aumentar a ingestão de água, evitar atividades físicas ao ar livre e manter distância dos focos de incêndio, quando possível. Grupos vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com comorbidades, devem redobrar os cuidados e manter consultas médicas em dia. Em caso de sintomas graves, como falta de ar, dores no peito ou abdômen, é importante procurar atendimento médico.

Recorde de queimadas

Mato Grosso enfrenta um ano recorde em focos de queimadas, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Entre 1º de janeiro e 22 de setembro, o estado registrou 43.948 focos de calor, um aumento de 226% em comparação ao mesmo período de 2023. O número também supera o de 2020, quando o Pantanal foi severamente afetado pelo fogo, com 37.453 focos contabilizados naquele ano.

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