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BOLSONARISTAS

Bancada federal de MT reage com críticas à denúncia contra Bolsonaro no STF

Parlamentares correligionários se manifestaram nas redes sociais, classificando-a como “perseguição política”.

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Bancada federal de MT reage com críticas à denúncia contra Bolsonaro no STF (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Bancada federal de MT reage com críticas à denúncia contra Bolsonaro no STF (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

A decisão do procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, de denunciar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais 33 pessoas ao Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado e outros crimes repercutiu na bancada federal de Mato Grosso. Parlamentares correligionários se manifestaram nas redes sociais, classificando-a como “perseguição política”.

O deputado federal José Medeiros (PL) foi um dos primeiros a se pronunciar. Ele comparou o indiciamento de Bolsonaro a uma “criminalização da indignação social”. Em sua visão, a ação teria um caráter pedagógico, buscando intimidar os apoiadores do ex-presidente. “Bolsonaro não é a espoleta, não é a arma e nem o atirador, ele é o projétil. Não se indicia ideias, não se aprisiona indignação”, afirmou Medeiros, sugerindo que a denúncia seria uma forma de reprimir ideias políticas divergentes.

Já deputado federal Coronel Assis (PL) afirmou que o Brasil vive “dias sombrios” e que as acusações contra Bolsonaro são “um verdadeiro absurdo”. Segundo ele, não há provas concretas que sustentem as denúncias, que seriam motivadas por razões políticas. “Trata-se de uma clara perseguição política, sem qualquer prova que sustente essas acusações contra o presidente Bolsonaro”, declarou.

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No Senado, o mato-grossense Wellington Fagundes (PL) também se posicionou contra a decisão da Procuradoria-Geral da República (PGR). Ele classificou a denúncia como “infundada” e “ideológica”, acusando a PGR de instrumentalizar instituições para fins políticos. “Manifesto meu absoluto repúdio à denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Trata-se de mais uma clara tentativa de perseguição política, sem qualquer fundamento jurídico sólido”, disse Fagundes. Ele ainda afirmou que o povo brasileiro não aceitaria “ataques seletivos” contra uma liderança que, segundo ele, é “legítima e amplamente respaldada por milhões de cidadãos”.

A denúncia

A denúncia oferecida pelo procurador-geral da República ao STF acusa Bolsonaro e os demais envolvidos de crimes como organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. As acusações estão divididas em cinco peças acusatórias, que incluem manuscritos, arquivos digitais, planilhas e trocas de mensagens que, segundo a PGR, revelam um esquema de ruptura da ordem democrática.

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De acordo com a denúncia, Bolsonaro e o general Braga Neto, seu candidato a vice-presidente em 2022, lideraram uma organização que buscava impedir o cumprimento do resultado das eleições presidenciais daquele ano. A trama envolveria civis e militares, que teriam agido de forma coordenada para desestabilizar as instituições democráticas. A decisão da PGR ainda será analisada pelo STF.

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