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ARTIGO

Bom humor: a base do amor

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A primeira vista, pode parecer fácil escrever sobre o mau humor, mas isso não é verdade. É mais fácil identificar o mal humorado do que escrever sobre ele. Se você for do tipo observador e perspicaz, daqueles que prestam atenção no comportamento das pessoas, verá que uns sorriem com mais facilidade, estão sempre com uma alegria contagiante estampada na face, demonstrando gostar dos outros seres humanos, enfim, são pessoas de bem com a vida e com os seus semelhantes.

Quanto aos outros, bem, com estes não é nada disso! Com os mal humorados a situação é bem diferente.

Os mal humorados são pessoas que ficam sempre jururus e ensimesmadas, mantendo a cara fechada, e costumam apresentar-se com um perfil sorumbático e taciturno, parecendo que vão te atacar a qualquer momento. São esses que me surpreendem quando os vejo pela frente e me lembro de quantas coisas boas deste mundo poderiam ser melhor desfrutadas por todos, inclusive e principalmente pelos enraivecidos. Falta a eles, talvez, enxergar o mundo de uma forma diferente, com os olhos da boa vontade.

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A esta altura, vem à minha memória a fala de um professor de filosofia, ainda no 2º Grau, que não só informava, mas que explicava o tema do mau humor sob o ponto de vista científico. “Nem que seja por economia, é melhor você sorrir com frequência do que ficar de cara fechada tal qual um pit bull prestes a avançar sobre a presa – seja ela animal ou humana”, dizia. A verdade, comprovada pela ciência, é que é preciso contrair 17 músculos para sorrir e 43 para franzir a testa. Ou seja, o rabugento gasta muito mais energia do que quem tem bom humor.

Ele contava que além do mais é mais do que comprovado de que enquanto o bem humorado granjeia simpatia, o seu oposto sai por aí conquistando antipatia a torto e a direito. E acrescentava ser quase impossível aos que sofrem de mau humor esconder a rabugice, a irritação e a agressividade, acrescentando que essa característica costuma ser a causa principal do mau relacionamento deste com os demais seres humanos. E lembrava que a opinião pública se refere a eles como “pessoas estão de mal com o mundo”.

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Quando você simpatiza de um modo quase automático com alguém, a chamada simpatia à primeira vista, independentemente de sexo, cor da pele, posição social ou seja qual for a distinção mais aparente, é certo que este alguém é bem humorado, uma pessoa de bem com a vida, que pensa o melhor dos seus semelhantes, e que quer sempre o bem dos outros. Trata-se de alguém que ama os seus semelhantes e que não quer afastar ninguém de si por um detalhe desse.

No final das contas, esta á a base que nos leva a amar as outras pessoas. É ou não é?

Luiz Cesar de Moraes é jornalista em Cuiabá

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