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POR DENTRO DA MAGISTRATURA

Em entrevista, desembargador Jones Gattass Dias lembra trajetória profissional e desafios da carreira

Magistrado revelou situação inusitada envolvendo o Cacique Raoni, que queria votar em determinada eleição, mas não era eleitor.

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O desembargador Jones Gattass Dias é o entrevistado na 41ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”. Durante a entrevista, o magistrado falou sobre sua vida pessoal e jornada profissional até ser empossado no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Natural de Cáceres, o desembargador é formado em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e tem mestrado em Direito Constitucional pela Faculdade de Direito de Lisboa. Segundo ele, ser formado pela UFMT e ser de Cáceres são motivos de orgulho em sua trajetória.

Na entrevista, ele contou que estudou em uma escola agrícola em Cáceres, onde se formou em técnico em agropecuária. Mais tarde, acabou optando pelo Direito após se mudar para Cuiabá para estudar em cursinho pré-vestibular. “Eu comecei a gostar da carreira jurídica de início. Também compreendi, logo, que não iria advogar por muito tempo”, revelou. Quando surgiu a chance de atuar como assessor jurídico no Tribunal, ele enxergou a oportunidade de se preparar para a carreira da magistratura.

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Dias ingressou na magistratura em maio de 1996 e sua primeira comarca de atuação foi São Félix do Araguaia. “Foi uma experiência riquíssima do ponto de vista do conhecimento, do relacionamento com os advogados e a comunidade.” Atuou também nas comarcas de Tangará da Serra, Várzea Grande e Cuiabá. “Quando eu cheguei em 1996, era outro mundo. Eu não tinha celular, poucas pessoas tinham. Usávamos fax”, relembra. Ele também conta sobre as dificuldades vivenciadas em São Félix, que precisava de gerador e sofria com muita oscilação de energia. “E hoje estamos lidando com desafios como a Inteligência Artificial.”

Ele revelou algumas situações marcantes vivenciadas em sua carreira, como a envolvendo o Cacique Raoni, que queria votar em determinada eleição, mas não era eleitor, assim como a dificuldade em julgar processos na área da infância envolvendo destituição do poder familiar. Ressaltou ainda a relevância da experiência acadêmica quando cursou o mestrado e a expectativa de retomar os estudos agora que chegou ao desembargo.

Confira a íntegra da entrevista no vídeo abaixo:

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