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Famílias Barros e Duarte valorizam afeto e tradição

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‘Tão importante quanto saber para onde vai, é não esquecer de onde veio’, diz a mensagem atribuída ao poeta e escritor Bráulio Bessa. Ela nos alerta para a importância de sempre, a qualquer tempo e de todas as formas, nos lembrarmos de nossas histórias e de nossas raízes como bases poderosas da nossa caminhada.

Daí que peço licença aos leitores da coluna para abordar, hoje, um encontro que foi realizado por meus familiares, sábado passado (22), em Cuiabá. Foi exatamente com esse propósito de fortalecer laços que gerações das famílias cuiabanas com os sobrenomes Barros e Duarte se reuniram num almoço regado a alegria, união, muita animação e muita saudade dos parentes que já não estão entre nós.

Os Barros e Duarte vivem na capital mato-grossense há décadas. Mas, como é comum em diversas regiões do país, nem todos os grupos familiares que carregam esses sobrenomes na cidade têm vínculos diretos de parentesco. A formação deles varia.

As famílias Barros e Duarte às quais pertenço têm constituição em Cuiabá, a partir do casal Antônio e Almerinda Duarte, meus avós por parte de pai. O casamento de Gonçalo Antunes de Barros com Maria Eunice Duarte de Barros, uma das filhas de Antônio e Almerinda, juntou sobrenomes e ampliou a união das famílias, fortalecendo-as em quantidade e presença na nossa capital.

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No evento do último dia 22, ao som de rasqueado e lambadão e servidos de boa comida, cerca de 100 parentes Barros e Duarte, originários do casal Antônio e Almerinda, variando de dois meses de idade a 84 anos, se confraternizaram. Mas há mais, nem todos puderam participar.

Antônio e Almerinda tiveram seis filhos – Maria Eunice (Nicinha), Álvaro (meu pai), Alberto, Augusto, Edir e Maria. Já Gonçalo e Maria Eunice são pais de Gilson, Evaldo, Marta, Genice, Manoel Vicente, Aparecida, Auxiliadora, Almerinda, Cristina e Gonçalinho. Do primeiro casamento de Gonçalo são filhos Padre Antunes, Anice, Paulina, Benedita (Nenê) e Maria Rosa.

As histórias dos sobrenomes Barros e Duarte no Brasil remontam ao período colonial, vieram com os portugueses. As famílias se ramificaram em diversas regiões do país.

Por aqui, no nosso canto cuiabano, ainda que a modernidade avance o quanto puder, os princípios das famílias de educação, respeito, retidão, religiosidade e união seguem firmes, na atualidade, de geração para geração.

Quanto à festa, o sucesso foi exposto pelos familiares nas redes sociais:

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‘Família linda’, escreveu a prima Eunice Helena. ‘Festa maravilhosa, parabéns’, apontou o primo Edenilson. ‘Quero agradecer de coração pelo dia que passamos. Essa organização é 10’, registrou a prima Edna. ‘Muito bom rever parentes e amigos, já na espera da festa do ano que vem’, sinalizou o sobrinho Luciano. ‘Valeu a pena termos vindo de Brasília para este encontro, esperamos participar dos próximos’, comemorou a prima Gisele.

E a anotação final vai para a diretoria que organizou o evento. Parabenizo a prima Glaucia Mara e a equipe de parentes, liderada por ela, que botou a mão na massa para o evento acontecer.

Que venha o próximo encontro, programado para 21 de novembro de 2026.

Até lá muita saúde a todos!

Sônia Zaramella é jornalista e professora aposentada do curso de Jornalismo da UFMT.

* A opinião do articulista não reflete necessariamente a opinião do PNB Online

Artigo publicado originalmente no Eh Fonte

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