O empresário Luis Antônio Taveira Mendes, filho do governador Mauro Mendes (União), solicitou um direito de resposta ao site PNB Online para explicar que fez parte da Angar Bank – que atua com consignados em Mato Grosso – mas que já deixou o quadro societário da empresa.
O direito de resposta solicitado por Luis Antônio Taveira Mendes é referente a uma matéria publicada no site com base em uma denúncia feita pelo advogado Pedro Taques em um vídeo publicado nas redes sociais. O título da matéria é “Novas coincidências envolvendo o escândalo dos consignados em MT”. Clique aqui para conferir, na íntegra.
Veja abaixo a íntegra da nota solicitada pelo empresário, assinada pelos advogados Rodrigo Terra Cyrineu e Gabriel Andreoli Ultramari:
“Acerca da publicação deste canal de comunicação envolvendo Luís Mendes com a empresa Angar Bank Securitizadora e empréstimos consignados no Estado de Mato Grosso, restabelecendo a verdade dos fatos, afirma-se que não há qualquer ligação atual entre estes.
Apesar de a empresa que Luís Mendes representa legalmente, LMX Participações LTDA, já ter integrado o quadro societário da Angar Bank Securitizadora, ela não integra mais o seu quadro societário desde o dia 28/07/2023.
Portanto, quaisquer negócios que envolvam a Angar Bank Securitizadora posteriores a 28/07/2023 são alheios a Luís Mendes e de seu total desconhecimento.
Logo, qualquer informação de que Luís Mendes possua ligação com a empresa Angar Bank Securitizadora, ou mesmo com empréstimos consignados realizados junto ao Ministério Público de Mato Grosso e à Prefeitura de Cuiabá, não possuem fundamento”.
Nota da Redação
A reportagem publicada pelo PNB Online em junho deste ano informou que Luis Antônio Taveira Mendes assinou e constava em uma ata da Angar Bank Securitizadora. A informação é confirmada pela defesa, ao ressaltar que Luis Mendes realmente fez parte do quadro societário da empresa.
A defesa de Luis Antônio Taveira Mendes informa ainda que “não há qualquer ligação atual” entre o empresário e a Angar Bank. A reportagem não afirmou que ele continuava no quadro societário da empresa e ressaltava que Luis Mendes precisava explicar a participação dele na empresa. A explicação veio dois meses depois da publicação, com a informação de que ele fez parte da empresa, se desligou dela posteriormente e que negócios realizados pela Angar Bank após a data de julho de 2023 “são alheios a Luís Mendes e de seu total desconhecimento”.

























