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VOTAÇÃO NA CÂMARA

Presidente do PL defende deputados que votaram para soltar Brazão

Antes da votação, o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, orientou sua bancada pela revogação da prisão.

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Coube ao presidente estadual do PL, Ananías Filho, fazer a defesa dos deputados e deputadas federais de Mato Grosso que votaram pela revogação da prisão do deputado federal Chiquinho Brazão, preso acusado de ser o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

Em entrevista ao Jornal da Cultura 90.7, Ananías Filho explicou que os parlamentares não necessariamente seguem as orientações da sigla, mas sim do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Antes da votação, o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, orientou sua bancada para votar na Câmara pela revogação da prisão.

“Na discussão técnica que houve, eu defendo os parlamentares. Nossos parlamentares seguem uma linha ideológica do ex-presidente Jair Bolsonaro e nós não vamos deixar de acolher o pensamento deles. Teve uma discussão da bancada e eles discutiram que iam acompanhar, porque foi decisão da bancada”, explicou Ananías.

Nesta quarta-feira (10.04) o plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 277 a 129 votos, a manutenção da prisão de Chiquinho Brazão. Foram 28 abstenções. Cinco parlamentares de Mato Grosso votaram pela revogação da prisão, sendo os quatro do PL: Abílio Brunini (PL), José Medeiros (PL), Amália Barros (PL) e Coronel Fernanda (PL).

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O presidente do PL Mato Grosso disse ainda que essa votação deve refletir negativamente no processo eleitoral deste ano, mas reforçou o discurso de defesa a Abílio Brunini, que é pré-candidato do partido à Prefeitura de Cuiabá. “O Abílio é claramente a favor da punição do Brazão o Abílio não é a favor da forma como foi feita pelo ministro”.

Brazão é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista dela, Anderson Gomes, no dia 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro. Ele foi preso por obstrução de Justiça no dia 24 de março, por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

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