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Senadores de MT divergem sobre adiamento das eleições municipais

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Agência Brasil

CONGRESSO

 

O Senado Federal vota nesta terça-feira (23) a autorização para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adie as eleições municipais de outubro, quando serão escolhidos os prefeitos, vices e vereadores.

 

Entre várias propostas apresentadas pelos senadores, a Casa deverá regular a nova data a ser adotada diante de um cenário de pandemia por conta do novo coronavírus (covid-19).

 

Senador por Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL) afirmou ao PNBOnline nesta segunda-feira (22) que defende a unificação do pleito, ou seja, a partir de 2022 os eleitores poderão votar no mesmo dia para os cargos no Executivo (prefeito, governador, presidente da República) e no Legislativo (vereadores, senadores, deputados estaduais e federais).

 

“Eu defendo que sejam unificadas. A campanha desvia completamente o foco. Defendo as eleições gerais em 2022. A minha proposta é que tenha prorrogação dos mandatos dos prefeitos e vereadores, mas eu estou fazendo uma emenda com outras duas alternativas também: que ocorram as próximas eleições em dois anos ou com seis anos, mas isso será votado no plenário”, disse ele.

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Para fazer coincidir os pleitos numa única eleição geral, realizada a cada quatro anos, vereadores e prefeitos eleitos em 2016 terão mandatos de seis anos, em vez dos quatro anos atuais, caso a proposta (PEC 71/12) seja aprovada

 

“E os motivos são muitos, primeiro a questão da pandemia, mas também a economicidade, porque serão R$ 6 bilhões em gastos eleitorais em um momento que estamos precisando de remédios, UTIs, empregos, recursos para salvar vidas e empresas. Um momento que o país vive na atenção dos preceitos que é preciso cuidar da saúde”, completou.

 

Já o senador Jayme Campos (DEM) defende que as eleições sejam adiadas pelo menor tempo possível. Caso a nova data precise ser adiada, a nova eleição deve ocorrer em 25 de abril de 2021. Além disso, fixa o mandato dos prefeitos, vices e vereadores a serem eleitos nessas eleições, a fim de que haja a coincidência de todos os pleitos a partir de 2026.

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