Durante o período do carnaval, entre os dias 10 e 13 de fevereiro de 2024, Mato Grosso pode injetar cerca de R$ 170 milhões na economia local. Esta projeção, que representa 17% do total de entrevistados, segundo o Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), reflete os gastos previstos em diversos setores produtivos do comércio e serviços.
De acordo com o levantamento realizado pelo IPF-MT, 66% dos entrevistados optarão por não comemorar a data, enquanto 15% ainda estão indecisos. A pesquisa, intitulada “Intenção de Compras para o Carnaval de 2024”, foi conduzida com 510 pessoas entre os dias 22 e 27 de janeiro, em 32 municípios do estado, com uma margem de erro estimada em 4 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para aqueles que planejam celebrar o carnaval, os principais destinos de diversão incluem o domicílio próprio (8%), bares ou restaurantes (4%), eventos locais (3%), viagens dentro do estado (2%), e viagens para outros estados (2%).
José Wenceslau de Souza Júnior, presidente da Fecomércio-MT, ressalta a relevância do carnaval no calendário comercial e sua contribuição para a economia local: “A data é muito importante para diversos estabelecimentos comerciais e, consequentemente, para a economia do estado, já que movimenta uma pluralidade de produtos e serviços. Por isso, a data está presente no planejamento dos empresários do comércio e serviços para atender o consumidor”.

, enquanto para os que planejam viajar, a média de gastos é ainda superior, atingindo R$ 1.100,00.
Em relação aos meios de pagamento, o cartão de crédito desponta como o mais utilizado, com 49% de participação, seguido por PIX (31%), dinheiro (8%), cartão de débito (8%) e outros (2%).
Wenceslau Júnior destaca ainda que, apesar de Mato Grosso não ser um dos principais destinos nacionais para o carnaval, o turismo local tem seus atrativos, impulsionado pelas riquezas naturais e opções de lazer. “Muitas pessoas buscam nosso estado neste período, justamente para relaxar e aproveitar as festas da região, fomentando a economia regional através de compras locais, participação em eventos ou estabelecimentos em suas cidades ou viagens dentro do estado”.

























