Vacina salva vidas. E, desde que estejam em acordo com as normas de uso das agências de saúde, não importa onde são fabricadas e quem ganha com o negócio de compra e venda? Em termos, convém certificar quem está ganhando e quem pode ganhar com a tragédia brasileira, num esquema de “rachadinha” injetável.
Nos bastidores surge uma figura conhecida por trás do atual empenho na compra da vacina russa: o senador Flávio Bolsonaro.
O presidente da Rússia, Vladimir Vladimirovitch Putin, agradece o interesse público dessa turma de brasileiros patriotas.
É o que informa nesta sexta-feira (05/02) o site o Antagonista:
Chama a atenção o esforço repentino da classe política em favor da vacina russa Sputnik V, conta André Spigariol na Crusoé desta semana.
Há duas semanas, a Anvisa encaminhou ao STF ofício em que defendia seus protocolos. Nesta quarta (3), abriu mão de ensaios clínicos em fase III realizados no Brasil como exigência para aprovar o uso emergencial de vacinas.
Imediatamente depois do anúncio da Anvisa, o Ministério da Saúde anunciou negociar a compra de 10 milhões de doses da vacina russa.
Insumos da Sputnik V já são fabricados no Brasil pela União Química. O presidente da empresa, Fernando Marques, escalou Rogério Rosso – ex-deputado do Centrão, filiado ao PSD, e hoje lobista da empresa – para coordenar os esforços pela aprovação da vacina russa.
Pessoas próximas a Fernando Marques relatam que parte da operação contou, nos bastidores, com o reforço de Flávio Bolsonaro e Frederick Wassef.






















